Daqui há alguns anos, quando o mundo se der conta do tamanho da genialidade do Claudio Levitan, o meu filho Lucas vai contar para o filho dele que a vó Dedé estava lá, vendo de perto todos os shows ou quase todos. Talvez não demore muito para o Levitan ter o reconhecimento que merece (ou não demore pro Lucas ter filhos), mas talvez sim, porque na verdade isso não tem a menor importância pra ele. A arte sai do Levitan simplesmente porque transborda, e não importa se tem 3 ou 3 mil pessoas na platéia. Aquilo sai natural, sem esforço pra ser engraçado, triste, profundo ou uma grande bobagem. Mas acontece tudo isso e a gente se perde naquele mundo mágico que ele cria. Hoje, como em muitas outras vezes (desde 1971… ) fiquei ali, de boca aberta, na plateia do show “Avulso”. Uma estratégia suicida: show no 23 de dezembro num teatro de bolso (micro mesmo) que as pessoas ainda não conhecem. Participação especial do Sílvio Marques e da Bella Stone na parte musical (claro que não tinha só música!) e produção da Cíntia Betina. Em 2012 vai ter mais. Não esperem um super show. Esperem, como diziam no Monty Phyton, “agora algo completamente diferente”. E sim, eu estava lá! A bientôt!
Tua vó estava lá!
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