Il Giardino dei Tarocchi

A mais feliz do mundo!

A mais feliz do mundo!

Como viram no post anterior, viajamos horrores e estávamos entre tossidas e sonecas quando eu vi aquele brilho, lá no fundo do campo.

Sara e Dulce sob o Sol!

Sara e Dulce sob o Sol!

Não acreditei que tinham me levado para ver de perto uma das obras de arte que eu mais tinha vontade de conhecer: o Jardim do Tarot da francesa Niki de Saint Phalle. Com mais saúde eu teria passado um dia inteiro ali curtindo cada uma das esculturas, mas como já era tarde, fiz um recorrido básico pra ter ideia das dimensões e sensações e me comprei o livro, pra degustar aos poucos depois.

Declaradamente inspirada em Gaudi.

Declaradamente inspirada em Gaudi.

São 22 esculturas (os 21 arcanos + o arcano sem número ), algumas pequenas e algumas gigantescas.  A Imperatriz, por exemplo, era a casa da Niki.  Com cama, cozinha, mesa, banheiro, tudo dentro de uma esfinge de mosaico de espelhos.  Eu me emocionei tantas vezes que já não sabia se era o efeito da simbologia do tarot, da arte (e vida) da Niki ou o do amor dos meus amigos ao me dar essa surpresa.

A cama da louca! Cada uma das janelas redondas da casa enquadram outros arcanos.

A cama da louca! Cada uma das janelas redondas da casa enquadram outros arcanos.

Na verdade era tudo isso junto e o acaso deixou de ser acaso, lotando a minha cabeça de significados.  A visão feminina, amorosa, cândida e violenta de Niki recriou cada arcano e acho que vou ler as cartas de forma diferente depois dessa experiencia.

A Dulce me fotografou em frente da FORÇA. Aqui é dragão e não leão.É isso.

A Dulce me fotografou em frente da FORÇA. Aqui é dragão e não leão.É isso.

Se quiserem ver mais fotos, o site oficial é http://www.giardinodeitarocchi.it/  E esse foi meu aniversário fora do dia. Obrigada aos amigos que hoje seguiram para Portugal.  Em Roma faz sol. A bientôt!

Published in: Sem categoria on março 29, 2016 at 16:54  Comments (4)  
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A gripe suína e os aniversários seguintes!

Passeando em Assis no níver da Dulce!

Passeando em Assis no níver da Dulce!

Se soubéssemos que o que a gente tinha era a famosa H1N1 ou “gripe suína”, talvez estivéssemos comemorando nossos aniversários como se fossem os últimos.

Aqui, em San Gimignano. A gente andava 100 metros e parava.

Aqui, em San Gimignano. A gente andava 100 metros e parava.

Como não sabíamos, a cada dia pensávamos que seria o último com mal estar, dores, tosse. Mas os bravos guerreiros seguiram fazendo os passeios (metade do previsto e em câmera lenta). No dia do aniversário da Dulce visitamos Assis e Cortona, voltando para a nossa linda casa no alto da montanha. No aniversário da Deborah, que foi o último e caiu junto com a Páscoa, escondemos ovinhos pela casa para fazê-la procurar. Depois visitamos San Giminiano.

Achamos os famosos Brigidini!!!!

Achamos os famosos Brigidini!!!!

O meu deixei pra contar no fim, porque foi uma surpresa linda: pegamos a Sara (amiga da Deborah e guia local) com uma amiga – provavelmente ambas com gripe suína agora – e saímos para uma almoço num roteiro surpresa.  Eu achando que era surpresa para todos, mas na verdade eles tinham planejado me levar ao Jardim de Tarot. Como era longe demais de onde estávamos, fazia meses que eu havia abandonado esse sonho. Serio, nem me passou pela cabeça que os malucos, mesmo doentes, iam atravessar toda a Toscana para chegar ao Jardim.

Domingo de Páscoa e aniversário da Deborah, depois que ela recolheu o que o coelho espalhou. #toscanaquarentena

Domingo de Páscoa e aniversário da Deborah, depois que ela recolheu o que o coelho espalhou. #toscanaquarentena

Paramos para almoçar na beira de um lago belíssimo e comi um risoto de frutos do mar inesquecível. Na minha cabeça, era aquele o festejo. Mas o Jardim merece um post só pra ele… A bientôt!

Published in: Sem categoria on março 29, 2016 at 13:25  Comments (2)  

Os primeiros aniversários!

Jantar no Da Lucia de Roma. Pratos vazios!!!

Jantar no Da Lucia de Roma. Pratos vazios!!!

Ainda antes de ficarmos doentes conseguimos comemorar dois dos aniversários. O da Brígida, que sempre foi nossa Wikipedia de cinema, só podia ser na Cinecitá de Roma, que já mostrei antes.IMG_5872 Mas também teve um jantar num restaurante nada turístico que ela tinha boa indicação: o Da Lucia, no Trastevere. Comida espetacular e barata, apesar do pessoal não levar a faixa de miss simpatia. Depois começamos a cair gripados como pinos de boliche, mas faltava o Paulinho para o strike, então decidimos que ele colocava nossos corpos da Van e podia seguir para Maranello, rumo ao Museu Ferrari. 20160322_153039_resized Já perto de Modena almoçamos numa tratoria ótima, mas eu não sentia mais gostos nem fome. Lamentável. No museu o Paulo se transformou num guri de 8 anos e dava gosto de ver. Complementamos o presente com um teste drive numa Ferrari pelas ruas e estradinhas em volta. Foi muito bacana de ver, porque ele realmente é um fã, daqueles que segue a Fórmula 1 de perto. IMG_5887Na volta, visitamos a Acetaia Boni (http://www.acetaiaboni.com/), que tem museu e fábrica de Vinagre Balsâmico. Ganhamos uma aula impressionante e provinhas de gostosuras feitas com essa maravilha.  Chegando em casa, caiu o Paulinho também na gripe e só hoje, vários dias depois, vamos sair para um passeio na Toscana, tentando comemorar o aniversário da Dulce! A bientôt!

Published in: Sem categoria on março 25, 2016 at 7:36  Deixe um comentário  

Florença, Veneza e o refúgio na montanha

FullSizeRenderO apê (Airbnb) no centro de Florença era tão grande e confortável que dava dúvidas na hora de passear, mas o tempo era pouco e fizemos o possível.

As Dedés antes da queda!

As Dedés antes da queda!

Ali já tivemos a primeira baixa, que foi a Dulce, impedida de ir a Veneza conosco por conta da gripe. Os outros fomos e passamos um dia lindo nas ruelinhas, canais e cafés de lá. Na volta os demais já começaram a ter sintomas do que se tornou uma gigante gripe coletiva. Ainda o Paulinho estava bem, o que permitiu que ele nos trouxesse para a casa na montanha, perto de Arezzo.

A casa-sanatório na montanha! O Paulinho não aparece nessas fotos mas brilhará nas seguintes!

A casa-sanatório na montanha! O Paulinho não aparece nessas fotos mas brilhará nas seguintes!

Presente da Deborah para nosso grupo, a casa de pedra é lindíssima e a vista supera as fotos.  Como bem lembrou o Jack, a #toscana40 virou #toscana quarentena e a casa trepida de tosses há quatro dias. Ontem veio um médico daqueles de filme. Fazia as pessoas dizerem “33”. Pra ser mais clássico, só se batesse martelinho no joelho. Todos medicados agora, aguardamos os vírus vazarem e podermos retomar os passeios e a comilança.

Impossível não registrar a Deborah entretendo uma escola inteira no trem. Aqui ela estava acabando com a raça de um aprendiz de mágico.

Impossível não registrar a Deborah entretendo uma escola inteira no trem. Aqui ela estava acabando com a raça de um aprendiz de mágico.

Estamos nos cuidando  e aproveitando a companhia uns dos outros e está sendo gostoso, mesmo com as dores e acessos de tosse.  Outra das decisões que tínhamos tomado é a de comemorar cada dia o aniversário de um de nós, pra compensar todos os que passamos atrasados. Mas isso mostro num outro post. A bientôt!

Published in: Sem categoria on março 24, 2016 at 9:14  Deixe um comentário  

A turma reunida em Roma

Brígida, Paulo, eu, Dulce e Deborah. Não funcionou o pau de selfie.kkkk

Brígida, Paulo, eu, Dulce e Deborah. Não funcionou o pau de selfie.kkkk

Há exatos 40 anos, nos conhecemos na Famecos: estudantes de jornalismo entusiasmadas, apaixonadas por cinema e com uma vida de aventuras pela frente.

Esse é cenário de um filme sobre a infância de Jesus que não saiu ainda...

Esse é cenário de um filme sobre a infância de Jesus que não saiu ainda…

A vida se encarregou de colocar cada uma numa parte do planeta nas épocas mais diversas, mas tentamos, sempre que possível, fazer um encontro anual para nos vermos de perto. Por muito tempo também o Zeca e a Eliana participavam (e nos fazem falta aqui), assim como um ou outro marido/namorado, mas eu, a Deborah, a Dulce e a Brígida fomos mais intensas. E assim, no encontro do ano passado, decidimos por essa viagem que agora começou em Roma, mas que vai percorrer a Toscana por duas semanas.

Como eu não assisti "Roma"?  Te liga, Netflix...

Como eu não assisti “Roma”? Te liga, Netflix…

Conosco veio o Paulinho, marido da Brígida, que é um querido (principalmente porque nos aguenta juntas!).  Ontem fizemos alguns pontos especiais de Roma (entrando no Pantheon, que eu só tinha visto fechado – abraçando Pilares…) e hoje visitamos a Cinecitá, que produziu os filmes que marcaram nossa época de faculdade. É um lugar lindo, sem sobra da exuberância do passado, mas que ainda tem tanto charme que novos diretores buscam para séries e filmes.

Essa não é cenário. É a turma ontem jogando moedinha!

Essa não é cenário. É a turma ontem jogando moedinha!

O lendário estúdio 5, onde Fellini rodou quase todos seus filmes (inclusive com a gigante piscina que foi Veneza em Casanova) estava com os restos do último filme do Tarantino, ainda sendo desmontado. Andamos por todo o cenário da série Roma, que ainda não assisti, mas será a próxima.  Genial ver os templos de resina, que precisam ser tocados pra termos certeza que não é pedra. Um lindo começo. E amanhã, rumo à Toscana! A bientôt!

Published in: Sem categoria on março 17, 2016 at 14:24  Deixe um comentário  

Roma: genial a ponto de tirar o blog do freezer!

IMG_8156A viagem de férias tem duas etapas bem específicas (fora ver a Madri em SP na ida e na volta, claro).

A Vespinha que tá até agora sendo procurada pelos carabinieri

A Vespinha que tá até agora sendo procurada pelos carabinieri

A primeira etapa era voltar a Roma depois de 27 anos (vim três vezes e nenhuma foi especial).  Vim pronta pra gostar, mas não esperava tanto. O Pedro veio do Porto, onde está morando pra passar três dias comigo e ser o melhor guia do planeta.  Eu aluguei uma semana de apê pelo AirBnb ao lado da Piazza Vittorio Emanuele II e por acaso descobrimos ali a famosa “Porta Mágica” ou “Porta Alquímica” que tem inscrições iniciáticas. Talvez daí tenha rolado mesmo uma nova magia de Roma. A cidade está muitíssimo mais limpa e bonita do que há trinta anos e muito mais silenciosa também, porque na época passavam carros por todo o lugar e agora tem muito espaço pedestre.

Achei um Invader!

Achei um Invader!

E foi como pedestres que andamos o primeiro dia. Para o segundo, o Pedro teve a ideia que é a dica maior desse post: alugamos uma Vespa. É mas barato que um carro, entra em todo o lugar e praticamente não gasta combustível. Assim pudemos visitar os lugares onde ele morou, em Testaccio e Garbatella.  Comemos especiarias como pizza de flor de abobrinha e arancini (que são uns bolinhos de arroz empanados e recheados com ragu e mozzarella).

Incríveis pizzarias no Testaccio, com a massa que faz toda a diferença.

Incríveis pizzarias no Testaccio, com a massa que faz toda a diferença.

Tomamos Amaretto num bar icônico de Trastevere, Bar Calisto (que aparece no filme “A Grande Beleza”) com tempo pra discussões existencialistas que foram se alternando com palhaçadas e bobagens até a madrugada enquanto o cenário mudava para a Fontana di Trevi, a Piazza Navonna, o Castelo Sant´Angelo e até o Vaticano. Terminamos a noite abraçando os pilares do Pantheon, entregue só para a gente.  Outra dica boa do Pedro: espere a madrugada e veja Roma sem turistas. A luz é linda e a cidade bem segura, com muito policiamento.

Tirando o frio, na madrugada Roma è più bella!

Tirando o frio, na madrugada Roma è più bella!

Claro que isso mata a manhã seguinte, mas ainda tivemos forças para ir ao MaXXI, que é um museu de arte contemporânea e arquitetura muito impressionante. É o outro lado de Roma das ruínas de camadas e camadas de passado. O MaXXI está conectado com o que tem de mais novo circulando pelo planeta. Vale muito o desvio de rota do centro histórico.  Amanhã meu guia volta ao trabalho no Porto (leva com ele minha gratidão pelos dias mágicos e por me colocar uma nova cidade no coração) e eu começo a segunda etapa, a muito planejada turnê #toscana 40! A bientôt!

Published in: Sem categoria on março 15, 2016 at 19:29  Deixe um comentário  
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Por onde começar 2016? Pelo fim!

Madri na praia ensinando o que tem de melhor na vida: se divertir e fazer amigos!

Madri conheceu Malu na praia e nos ensinam que tem de melhor na vida: aprender se divertindo e fazendo amigos!

Ano novo é um caderno novinho, daqueles que dá pena de começar a escrever. Logo as páginas terão rasuras, orelhas, palavras escritas em cores diversas, desenhos nas margens, feitos enquanto se fala ao telefone… Mas agora tá tudo novo, esperando o novo. Não fiz a tal retrospectiva e acho que os fatos não interessam tanto quanto o resultado. Cheguei melhor em 2016, muito graças ao PAEI ( https://dederibeiro.wordpress.com/2015/04/03/a-jaca-e-o-novo-brinquedo-de-ferramentas-coloridas/) e todas as mudanças que vieram dele: viagens, projetos e uma nova forma de ver as pessoas.

Madro conhecendo o paradisíaco orquidário do Geraldo Lopes

Madri conhecendo o paradisíaco orquidário do Geraldo Lopes

Estou no presente, curtindo muito e aprendendo como louca, particularmente porque tenho uma neta de um ano, uma família genial e os melhores amigos do mundo. Neste janeiro, comecei a fazer um curso de teatro com o Sarcáustico (sonho!), vi a Madri olhar o mar pela primeira vez e resolvi mudar da casa onde vivo há 35 anos. Estou trabalhando em projetos bacanas, voltando a desenhar, preparando o curso de produção de fevereiro e planejando a viagem de março para a Itália.

Feliz 2016 2017, 2018...

Feliz 2016 2017, 2018…

Com tanta coisa, decidi dar um tempo no blog. Deixar que hiberne até que volte a necessidade imperiosa de escrever. Provavelmente na Itália, pra dividir dicas e atualizar os amigos. Fica meu agradecimento por me lerem por sete anos e também meus desejos de cadernos novos, lindos e bem preenchidos por cada um de vocês em 2016. A bientôt (aqui ou na vida real)!

Published in: Sem categoria on janeiro 10, 2016 at 16:17  Comments (1)  

Um ano de Madri!

Parabéns Mit, Madri e Lucas! Great job!!!

Parabéns Mit, Madri e Lucas! Great job!!!

Estamos em Curitiba para festejar o primeiro aniversário da nossa pequena!

Primeiro dia e sol em 20 dias em Curitiba!

Primeiro dia e sol em 20 dias em Curitiba!

Eu e a Vivi chegamos ontem, tarde da noite e encontramos com a turma hoje de manhã, no Museu Oscar Niemeyer, onde tinha um recital de piano da Giu, sobrinha da Mit.  Vimos exposições maravilhosas, incluindo a Bienal, uma de fotos russas e uma sobre o arquiteto Artigas. Impressionante como é bom esse museu.

Madri já é rato de museu!

Madri já é rato de museu!

Nesta altura já estávamos com a aniversariante, mas a festa foi de tarde, na casa dos pais da Mit, com a presença de tios e tias faceiros.  A Madri quase caminha e diz “Dedé”, embora todos achem que é por acaso. Quem manda eles terem nomes mais difíceis? Foi muito sociável, tirou fotos com todos nós e as fotos (com uma espécie de Polaroid) ganhavam etiquetas comemorativas e eram as lembrancinhas. Tudo muito gostoso, querido e familiar, do jeito que a Mit sabe fazer. Viva a Madri!  A bientôt!

Gostosuras e travessuras. Sou uma vovó feliz.

Gostosuras e travessuras. Sou uma vovó feliz.

Published in: Sem categoria on dezembro 5, 2015 at 21:35  Deixe um comentário  

Voltando em boas mãos!

Atores, técnicos, produtores e motorista com o público. Último dia.

Atores, técnicos, produtores e motorista com o público. Último dia.

Neste exato momento, a trupe do “Qual Vai Ser?” está voltando para Porto Alegre, no ônibus que percorreu o Brasil (os atores, técnicos e produtores voltaram várias vezes de avião, mas o ônibus com o cenário, o som e a luz, ia por terra para o destino seguinte).  O Elias Evangelista, mais conhecido por “Seu Elias”, é o motorista da Executiva Turismo que atendeu  nossas quatro peças, desde 2011.

Foto do Jack. Legenda: Legend.

Foto do Jack. Legenda: Legend.

Ele teve colegas que acompanharam e também o motorista que segurou a onda quando ficamos com duas peças simultâneas, mas sem dúvida o Seu Elias é o espírito dessas turnês. Sempre prestativo, pronto para ajudar, cuidadoso e pegou o senso de humor do povo.  Tem até uma foto do Jack colada no para-brisa. Entendam como quiserem, rsrs.  Então estou certa que falo por todos os passageiros desse ônibus quando agradeço por tudo: “Pode voltar, Seu Elias!!!!”.   A bientôt!

Published in: Sem categoria on dezembro 3, 2015 at 15:54  Deixe um comentário  

Terminando a temporada 2015 do “Qual Vai Ser?”

Ricardo Zigomático e as placas feitas em minutos, diante da platéia.

Ricardo Zigomático e as placas feitas em minutos, diante da platéia.

Hoje, daqui a pouco, tem a última apresentação da peça “Qual Vai Ser?”, hoje em Rio Azul – Paraná.  IMG_6706Vocês acompanharam por aqui as peripécias desta trupe destemida, que já ficou sitiada num assalto a banco em Riozinho, ficou mais de 12h em uma ponte bloqueada por índios no Mato Grosso, sobreviveu a furacão, sol e frio, sempre com bom humor e fazendo a nonagésima quinta cidade com a mesma garra da primeira apresentação  (embora não com o mesmo texto…kkkkk. Na verdade, como o texto é meu, sempre que eu vejo tá bem parecido mas pode ser coincidência). Tem uma coisa muito legal que, no fim da peça, o público escolhe um nome para o armazém e o Ricardo Zigomático desenha na hora a placa com o nome. IMG_6710Não tinha nem sombra de indicação disso no texto e a ideia foi uma das 300 melhorias que o Teatro Sarcáustico fez na história que escrevi.  São coisas que não tem como prever, pois não não é qualquer ator que é também desenhista. Nosso protagonista é, e muito bom. Deixou até algumas obras por muros desse Brasil, porque quem mexe com arte urbana não pode juntar “muro vazio” e “madrugada” sem deixar rastro.  Meio emocionada, aqui na base (escritório da Liga em Porto Alegre), mando boas energias para essa turma que nos deu tanto prazer.  Que encerrem essa temporada com tanta beleza e talento com que as placas do Ricardo encerraram cada dia de sucesso. E voltem logo, que as famílias e amigos não aguentam mais de saudade. A bientôt!

A placa fica assim no fim da peça, onde é recebido o autor do nome!

A placa fica assim no fim da peça, onde é recebido o autor do nome!

Published in: Sem categoria on dezembro 2, 2015 at 15:37  Comments (1)