Quando o legal é ilegal…

Tem coisas ilegais que a gente (eu e meus pares) acha absurdo serem ilegais desde sempre, como a maconha e o aborto, porque mesmo que a gente não use, sabe que teríamos uma sociedade mais justa e tranquila se fossem liberados. FullSizeRender (9)Agora tem as batalhas “da hora”: Uber e Vaper. Sim, são reivindicações de minorias privilegiadas que já utilizam e querem que se legalize, mas poderiam ser de maiorias, porque significam economia, saúde e/ou qualidade de vida. O Uber, graças a uma tragédia protagonizada por taxistas (que não representam todos, felizmente) já todos sabem do que se trata. Apesar de ser uma multinacional zilionária, promove a redução de carros na rua, um transporte mais civilizado, gentil e fiscalizado pelo usuário. Quem tem carro parado ganha um troco, quem precisa de carro gasta menos. . Adoro.  Já o vaper, quem me conhece já viu. É o “cigarro eletrônico”, que tem sido exaustivamente condenado por quem não conhece direito o assunto e só ouviu uma notícia lá e cá. Não vou explicar tudo aqui porque não é o lugar, mas temos um grupo pra isso (só me pedir, que adiciono), mas o fato é que não é cigarro e nem é necessariamente usado para parar de fumar (embora sirva). Como depende exclusivamente do que se coloca dentro, pode ser zero tóxico. A Anvisa não libera a venda dizendo que “não há estudos conclusivos de que não faz mal” (querem esperar 40 anos). Como deixam vender cigarros, se depreende que, se fizesse mal, com estudo conclusivo, tava liberado. A verdade é que tudo isso passa por muita grana, de imposto, de propina, e a gente tem cada vez menos liberdade de fazer o que acha certo. Desculpem aí, mas rolou esse desabafo de domingo … E não é pra polemizar, é só minha opinião. A bientôt!

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Published in: Sem categoria on novembro 29, 2015 at 22:27  Comments (2)  

Continua Lindo

O Museu do Amanhã estaria sendo inaugurado hoje, mas ficou para amanhã (kkkkk pra dezembro na verdade)

O Museu do Amanhã estaria sendo inaugurado hoje, mas ficou para amanhã (kkkkk pra dezembro na verdade)

Tô pegando praia, batendo perna e tendo encontros inusitados! FullSizeRender (5)Nada melhor para esses últimos dias de férias antes do plantão (a Luiza está viajando para a China neste momento). Hoje fui visitar o MAR (Museu de Arte do Rio) que eu ainda não conhecia e fica na parte do centro que está sendo revitalizada em função das Olimpíadas.

Allan e Max Sieber!

Allan e Max Sieber!

Tá lindo o lugar e realmente vai bombar assim que inaugurarem o Museu do Amanhã. Nesses dias consegui ver amigos como o Filipe (almoçamos juntos pra não perder o costume), o Zé Carlos (passeio por Laranjeiras), mas ainda falta gente que não sei se vai dar tempo. O Allan e o Max me visitaram num dia, passeamos no bairro em outro e até banho de mar tomamos. Amanhã almoço com toda a família Sieber e depois vou com a Paulinha (irmã da Cláudia) para a casa dos Licks, que não encontrei ainda.

A Anita é advogada e está fazendo os contratos das Olimpíadas

A Anita é advogada e está fazendo os contratos das Olimpíadas

Também conheci pessoalmente a Anita, que é minha amiga de twitter há anos e nunca tínhamos nos visto. Perfeita como seus posts. Concordo com quem diz que o Facebook é rede pra gente parar de gostar de quem conhece e o Twitter é pra começar a gostar de quem a gente não conhece!  Ah, esqueci de contar que fui a uma palestra sobre Comunicação Não Violenta e gostei muito. Estou estudando mais a respeito e qualquer hora conto mais! A bientôt!

Vista do último andar do MAR

Vista do último andar do MAR

Published in: Sem categoria on novembro 19, 2015 at 22:19  Deixe um comentário  

Tropeiros do “Qual Vai Ser?”

Vidente Paraguai em transe (as legendas das fotos também são do Jack)

Vidente Paraguai em transe (as legendas das fotos também são do Jack)

Como prometido, o Jack Garcia manda seu relato do “Qual Vai Ser?” em terras paranaenses:

Igreja Matriz de Santo Antônio, de 1784.

Igreja Matriz de Santo Antônio, de 1784.

Não consigo escrever durante o dia, por isso o texto só saiu agora. Estava esperando escurecer. Na sexta feira passada apresentamos o Qual Vai Ser? na cidade de Lapa-PR. Um lugar lindo, histórico e bucólico. Andando pelas ruas ainda é possível ver buracos de balas nas paredes de algumas construções que datam da época do Cerco da Lapa (pesquisar no Google).

Placa do camarote presidencial onde o D. Pedro II assistiu alguma coisa em 1880. O teatro foi inaugurado oficilamente em 1887.

Placa do camarote presidencial onde o D. Pedro II assistiu alguma coisa em 1880. O teatro foi inaugurado oficilamente em 1887.

 A montagem foi no Teatro São João que tem 139 anos , tombando como patrimônio histórico está em perfeitas condições e bem equipado. Além de contar com uma equipe competente que veste a camisa do Teatro, oferecendo um ótimo serviço. Recomendo.

Local onde ocorreram muitas (muitas mesmo!) degolas na época da revolução.

Local onde ocorreram muitas (muitas mesmo!) degolas na época da revolução.

 O Teatro São João possui 212 lugares e estava lotado para assistir ao nosso espetáculo, foi uma noite incrível para nossa equipe e para todos que participaram, pois a maioria do público presente também não conhecia o local. Além da equipe fixa o teatro serve de moradia para um fantasma chamado Chiquinho, que quando não curte os espetáculos costuma dar uma avacalhada na iluminação. Passamos com louvor. A historiadora residente nos contou que toda vez que fizeram alguma obra, no processo de restauro do prédio, corpos foram encontrados. A ultima vez foi em 2004 sob o palco. Achei que deveria dividir isso…  A Lapa guarda muitas tradições, entre elas a cantaria. Recomendo um passeio por lá!”   

Selfie com o público, o Chiquinho não quis aparacer. Sempre humilde.

Selfie com o público, o Chiquinho não quis aparacer. Sempre humilde.

Valeu Jack! Deu muita vontade de conhecer Lapa (Paraná). Pra minimizar, vou amanhã na Lapa aqui do Rio.  A bientôt”

 

Published in: Sem categoria on novembro 16, 2015 at 8:07  Deixe um comentário  

Nem finalizei Cartagena e estou no sol de novo!

Copacabana tranquila e limpa. O Rio é sempre lindo.

Copacabana tranquila e limpa. O Rio é sempre lindo.

Aqui está fazendo 33 graus e parece beeeem fresquinho perto da tórrida Cartagena!

A Helena e a Cláudia voavam enquanto Paris explodia. Agora estão em Roma tentando chegar perto da Fontana di Trevi recém reaberta!

A Helena e a Cláudia voavam enquanto Paris explodia. Agora estão em Roma tentando chegar perto da Fontana di Trevi recém reaberta!

Peço desculpas pela ausência, mas as últimas duas semanas foram bem corridas em Porto Alegre e agora estou no Rio por uma semana. Eu deveria cuidar da Corinha (filha canina das amigas) enquanto a Helena e a Cláudia estão na Itália, mas no fim a Cora foi para um hotel e estou solita no apê.  Vou fazer um curso, trabalhar num texto e ver amigos que não vejo há muito tempo. Minha primeira noite não foi num bar de Copacabana nem num teatro, foi na frente da TV vendo o terrível atentado em Paris.  Ouvidos na TV e olhos no Twitter, que ainda é mais rápido e completo. Mesmo tendo acordado as 5h, não consegui dormir até saber que todos os amigos estavam em segurança, mas mesmo sabendo que estavam, fiquei com aquela sensação ruim de que as coisas vão ficar muito pesadas por lá, por um tempo.

Os Cariocas que acham quente, podem dar um pulinho na Colômbia... Bebê, 33 graus aqui é pinto!

Os Cariocas que acham quente, podem dar um pulinho na Colômbia… Bebê, 33 graus aqui é pinto!

Minha família está espalhada: muitos em Porto Alegre, o Lucas em BH, a Mit com a Madri em Curitiba. Daí fiquei pensando na sensação de querer juntar família e amigos em momentos de perigo e como isso afligiu as pessoas ontem em Paris. Também pensei bastante no poder da mídia, que ignorou a tragédia da Vale do Rio Doce em Mariana (com dezenas de mortos e com risco de envenenamento de milhares de pessoas e animais). Será uma semana de reflexão e trabalho interno, vinda em muito boa hora! Amanhã vou postar um relato do Jack, que está na estrada com o “Qual Vai Ser?”. A bientôt!

Na volta da Colômbia fiquei um pouco com a Madri (aqui de chuquinha, que fizeram na escola).  É principalmente nela que penso quando acontecem tragédias como Mariana e Paris. Essa carinha não merece, né?

Na volta da Colômbia fiquei um pouco com a Madri (aqui de chuquinha, que fizeram na escola). É principalmente nela que penso quando acontecem tragédias como Mariana e Paris. Essa carinha não merece, né?

Published in: Sem categoria on novembro 14, 2015 at 17:49  Deixe um comentário  

Getsemani: nosso bairro preferido!

IMG_6906A equação é a seguinte: A gente soma Palermo Soho (de BsAs) com o Bom Fim antigo (POA), com Arembepe (BA) e com a Vila Madalena (SP), depois divide o tamanho disso por 20.IMG_6832 Chegaremos ao bairro alternativo de Cartagena: Getsemani, que aliás é o nome da nossa casa (que está em outro bairro, infelizmente). Também tem ruelas com casinhas coloridas, mas tem muitos murais e uma praça onde tudo acontece. Praça da Trinidad. Cercada de barzinhos bacanas e de hostels que abrigam mochileiros do mundo todo. IMG_6958Todas as noites a praça se enche de gente tocando, malabaristas treinando, e viajantes vendendo alguma coisa pra seguir sua peregrinação pelas Américas. Não são como os ambulantes que correm atrás da gente. Ficam na deles, em volta da praça, vendendo artesanato, caipirinha ou alguma iguaria de suas terras. Saindo da cidade murada, a gente chega nessa praça através de uma rua que é um túnel de grafites legais e nos mostram que estamos chegando em um lugar diferente. Cosmopolita, mas com ares de cidade muito pequena do interior.IMG_6959 Acho que foi o lugar mais parecido conosco que encontramos por aqui. O meio termo entre os restaurantes snobs da Cidade Murada e a pobreza geral de Torices. Já fomos lá três dias e voltaremos ainda uma vez para a despedida. Acabo de ver na wikipédia que Getsemani é é um jardim de Jerusalém onde acredita-se que Jesus e os discípulos tenham orado na noite anterior a crucificação. Que droga. Tava achando que era um nome da cultura pré-colombiana…  A bientôt!IMG_6957

Published in: Sem categoria on outubro 30, 2015 at 22:06  Comments (1)  

A bela Cartagena Trash

A vendedora de quitutes a base de milho. Pode ser mais linda?

A vendedora de quitutes a base de milho. Pode ser mais linda?

O lado B de Cartagena de Índias é para os fortes. Um trânsito horrendo com milhões de motos e veículos bizarros (motos-caminhão; ônibus muito velhos; riquixás; carros puxados por burros e por aí vai…).

veículo do nosso vizinho

veículo do nosso vizinho

As obras que precederam estas eleições municipais deixam tudo mais caótico, com uma poeira branca por tudo, ruas interrompidas e engarrafamentos. Os táxis e as motos-táxis (sim!) buzinam sem parar para tentar angariar um freguês. Entre as buzinas se ouve música por toda a parte. Em cada esquina tem uma birosquinha com música alta, gente que para pra comer uma arepa, gente sentada na frente, sem fazer nada, disputando qualquer sombra com os cachorros.

Colunas em muitas casas. A arquitetura é muito diferente da cidade murada.

Colunas em muitas casas. A arquitetura é muito diferente da cidade murada.

Fora do perímetro turístico também tem muito comércio informal, sendo que o mais curioso é o do telefone. Fica uma pessoa sentada, com um celular (as vezes tem uma mesinha) e uma placa anunciando chamadas telefônicas e o nome da operadora. É como um orelhão, só que é o celular de alguém, que provavelmente tem plano ilimitado para uma operadora e revende por mil pesos uma ligação. Ou seja, se você tem uma moto, uma caixa de isopor ou um celular, já está apto ao comércio por aqui e não precisa ficar a toa. Os ônibus são super lindos.

Todos os ônibus andam com as duas portas abertas e o cobrador fica pendurado para fora na porta, chamando a clientela.

Todos os ônibus andam com as duas portas abertas e o cobrador fica pendurado para fora na porta, chamando a clientela.

Pequeninhos (maiores do que as lotações portoalegrenses, mas não muito) personalizados e customizados com adesivos, luzes, cordas luminosas, todo o tipo de santo pintado, pendurado, colado… Vou tentar fotografar ainda (todas as fotos que tirei saíram tremidas). O mais legal de tudo isso é que a gente não sente insegurança nem medo. As pessoas são cordiais, simpáticas e respeitosas sempre. Os que querem nos vender coisas nos chamam de “patronzitas”, “mamá” ou “mi amor”.  A gente liga a máquina de repetir “no, gracias” de manhã e só desliga na hora de dormir, mas vez que outra rola uma compra de água, limonada, cocada e até uns adereços. Estamos cedendo a cada dia em que nos apaixonamos mais pela Colômbia!  A bientôt!

Nesse caso, as colunas não são ornamentais, já que a casinha do vizinho tá caindo.

Nesse caso, as colunas não são ornamentais, já que a casinha do vizinho tá caindo.

Published in: Sem categoria on outubro 29, 2015 at 23:19  Deixe um comentário  

Dia cultural de cabo a rabo

Estréia do meu chapéu novo na sala de obras de Enrique Grau, que além de artista era produtor cultural!

Estréia do meu chapéu novo na sala de obras de Enrique Grau, que além de artista era produtor cultural!

Pra dar um tempo no vermelhão do sol, tiramos o dia para museus e Cartagena tem muitos. Começamos pelo de Arte Moderna, onde descobri que não é só o Botero que curtia gordinhas. Aqui, as formas arredondadas são valorizadas e apreciadas, como deveria acontecer no resto do mundo. Saí de lá me sentindo musa (não me acontecia isso desde a Renascença…). Depois fomos para o Palácio da Inquisição e daí o bicho pegou. Sim, amigos, a inquisição foi pesada aqui e na América Latina houve apenas três tribunais: Lima, México e Cartagena.  Ali processaram centenas de pessoas, torturando e matando na fogueira por diversos motivos, mas na maioria por serem bruxas, feiticeiros ou feiticeiras (que diferem de bruxa, porque bruxa renega o catolicismo), judeus ou protestantes.

Bebê ao sol no Palácio da Inquisição.

Bebê ao sol no Palácio da Inquisição.

No mesmo prédio tem a história de Cartagena, mostrando desde o primeiro povo: Kalamari, derivado da cultura Karib, que pode ter vindo do Mato Grosso, no Brasil.

À saúde do Igor e da Lu Lauda, aniversariantes do dia!

À saúde do Igor e da Lu Lauda, aniversariantes do dia!

Alí também entendemos a estrutura das casas construídas pelos espanhóis e descobrimos que quase todas as do centro histórico tem pátios internos (que começamos a vasculhar desde este momento). Depois de almoçar, fomos para a Universidad de Cartagena, onde estudou o Gabriel Garcia Marques, instalada em um antigo convento. Finalizamos o dia com um drink olhando o pôr do sol no mar, num café sobre a muralha. Quando voltávamos para casa, uma surpresa: num dos lindos pátios internos, caímos sem saber na abertura de uma exposição de fotos sobre o Fidel Castro, com um coral cantando músicas regionais. Grande encerramento do dia cultural!  A bientôt!

Pátio interno da Universidad de Cartagena (parece com a outra foto, só que não).

Pátio interno da Universidad de Cartagena (parece com a outra foto, só que não).

Published in: Sem categoria on outubro 29, 2015 at 8:51  Deixe um comentário  
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Farofa no Caribe!

"Alcatraz" deixando Cartagena

“Alcatraz” deixando Cartagena

Nossa viagem segue entre a chiqueza e a chinelagem, como não poderia deixar de ser.  O encanto da Cartagena turística dá pra perceber facilmente pelas fotos, mas não teria graça (para mim, e acho que falo pela Bebê tb) ficar só neste circuito, sem olhar para a cultura de quem vive aqui.

Bebê concentrada no azul

Bebê concentrada no azul

Hoje decidimos pegar um daqueles incríveis ônibus velhos. Pegamos errado o primeiro, tivemos de descer vários km depois e pegar outro, o que nos custou um atraso pra chegar ao porto onde pegaríamos o barco para as ilhas. Em cima da hora, com os barcos saindo, escolhemos o primeiro que deu: Ilhas Rosário e Playa Blanca (em Barú). Chamava-se “Alcatraz”e mesmo assim custou um pouco pra nos darmos conta que não foi a melhor escolha, mas nos divertimos da mesma forma.

De surpresa a caturrita pousou no chapéu do senhor que estava do nosso lado.

De surpresa, a caturrita pousou no chapéu do senhor que estava do nosso lado.

No barco, um animador intercalava músicas altíssimas com brincadeiras que foram desde mini gincanas até uma terrível imitação de Michael Jackson.  Depois de duas horas chegamos a Ilha San Martin (Arquipélago Rosário) onde tinha um aquário que não quisemos visitar. Lamentavelmente não tinha outra opção, porque não tinha praia, nem vilarejo. Só um salvador quiosque com a Limonada de Côco. Depois, mais uma hora de barco até a Ilha Barú, onde seria o almoço e o banho de mar. Descemos em fila, junto com franceses, dinamarqueses, chilenos, argentinos, colombianos de todo o canto, bebês e velhinhos. Atravessamos um caminho lotado de lixo até chegar no “refeitório” (quiosque do bandejão e mesas sob as árvores).

Playa Blanca, em Barú

Playa Blanca, em Barú

Surpreendentemente a comida era boa: peixe, arroz com passas e bolinho de plátano. Tudo muito mal planejado, pois com a barriga cheia, tínhamos duas horas pra ficar mergulhadas no absurdamente lindo e verde mar do Caribe.

Descansada, molhada, quente e feliz

Descansada, molhada, quente e feliz

Esquecemos a possibilidade de uma congestão e ficamos ali, entrando e saindo da água mais que morna. Quase quente. A praia não estava cheia, o que nos tornava alvo mais fácil para os vendedores de comida, bugigangas, além dos que queriam nos empurrar snorkel, passeio de banana boat ou jet sky.  Aliás, em todas as praias daqui os jet sky circulam a mil entre os banhistas, bem na beira, deixando aquele cheiro de combustível no ar. Foi uma experiência bem diferente da que imaginávamos ter numa praia paradisíaca, mas valeu principalmente pelo visual. Voltamos para casa, tomamos um banho e fomos para o centro. Mas sobre a Cartegena noturna, conto depois! A bientôt!

Published in: Sem categoria on outubro 28, 2015 at 9:53  Comments (1)  

Lagarteando no sol

IMG_6830IMG_6833Mini post só pra falar que as portas de Cartagena são uma viagem à parte. As aldravas de ferro então, dão vontade de bater em cada porta e sair correndo… Tem leões, ogros, monogramas em ferro, mas tem muitos lagartos, ou salamandras, ou iguanas (não sei bem que bicho é esse nas fotos). Se tiver algum especialista em repteis, por favor esclareça! Mas as aldravas são lindas… A bientôt!IMG_6770 (1)

Published in: Sem categoria on outubro 27, 2015 at 21:57  Deixe um comentário  

Castillo San Felipe de Barajas

IMG_6804Como amanheceu nublado, mas não menos quente, desistimos da ideia de pegar barco e fomos visitar o Castillo San Felipe, que é uma fortaleza gigante (a maior da América) no alto de uma colina atrás da cidade murada.

Bebê esperando os piratas

Bebê esperando os piratas

Eu resisto muito a pegar guias ou áudio-guias, mas dessa vez lembrei que todos do TripAdvisor tinham dito pra pegar o áudio-guia. Decidimos pegar e foi a melhor coisa do mundo. Aquilo tudo, sem os detalhes da história não teria um décimo da graça.  Eles recriaram até o som das batalhas e quase vimos os piratas chegando, os franceses e depois os ingleses. A fortaleza sucumbindo ou resistindo a cada batalha, com milhares de corpos espalhados pelas muralhas e pântanos da volta. Os túneis são maravilhosos e quem não tinha guia nem áudio-guia estava se perdendo neles.

Quem precisa de Tinder aqui?

Quem precisa de Tinder aqui?

Nós não: fizemos todinho o roteiro, vimos um filme que tem dentro do que era o “hospital de primeiro sangue” subimos e descemos rampas, escadas, túneis e guaritas até não poder mais. Foram 4 horas que passaram super rápido e nos fizeram entender melhor essa história da qual eles são muito orgulhosos por aqui.  De tarde passeamos mais pelo centro antigo e parece que será impossível percorrer todas as ruas até o fim da semana. Tentaremos, claro. A bientôt!

Published in: Sem categoria on outubro 26, 2015 at 23:28  Deixe um comentário